Eu que te devo o primeiro café
O primeiro beijo, até
E o sorriso de daqui a pouco
Nesse tempo que não passa de agora
E o mundo, tão alheio, ficou parado lá fora
Pra não deixar que esse doce a gente prove só depois
O sentimento derradeiro
Embebecido por teu cheiro
Teu desalinho peculiar de ser
Quem desenha poesia
E, de sonho em riste, fantasia
O carnaval, a melodia, a nota sol de um amor
__
Nenhum comentário:
Postar um comentário