quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ah, VIDA REAL...

EU LIGO PRA VOCÊ como se não me desse conta da alta madrugada que faz lá fora e que vai aos poucos desfazendo as sombras dançantes dos boêmios aos ecos de nossas VOZES. Ora a minha, ora a sua.
Deixamos A VERDADE A VER NAVIOS, mudamos a trilha, o rumo, os mundos e eu ainda sei teu telefone. Sei tua  cor preferida, guardo incólume teu lado na minha cama e mantenho a certeza de que não existem OLHOS IGUAIS AOS TEUS. Como eu poderia imaginar que algo tão sublime, por alguns mundos, pudesse ser meu? Por quanto tempo mais vou pensar que, de fato, o foram?
NÃO É SEMPRE que a noite segue certa como uma ligação direta ao peito descompassado. Nem sempre era você,  PRA SER SINCERO. Nem sempre era verdade, me desculpe. Às vezes era eu. Às vezes a dor da verdade era minha e só minha. Não é NADA FÁCIL, eu sei, mas doer em você? Nunca quis. Por tanto não querer, talvez, doí. Em mim e em você. 
Mas a mim, confesso, são poucas a dúvidas. Açúcar ou adoçante? Laranja ou pêssego? Até breve ou até mais? E se você volta, eu fico pra sempre. Quando o coração acalma, acerto: é ela. E vou ATÉ O FIM.
Tateio os NÚMEROS decorados por todos os sentido. Espero. Caixa de mensagens.
- SEM VOCÊ É FODA...
E desligo.
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