sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Tempo
Incólume e assustador
Os homens, na superfície do que pensam saber
Enganam-se
Nenhum número, uma só palavra
E fim
Outrora, inverno ou nunca mais
Três vezes ao dia
Antes de dormir
A sina de toda gente
O medo do seu mistério e do que está por vir
A palavra inflama
Desmente todos os medos
Pela raiz corta os receios
Nos prende no ar
E na vontade de...
Viver dez anos num mês
Sentir a vida nascer
Junto do sol e morrer
Na verdade que está ao redor
Dos que só querem mais
Intensidade.
Pra desintegrar em mil pedaços
O monstro dos pulsos e paredes brancas
Torná-lo fraco e pequeno
Na palma da mão do desejo
Que só os poetas sabem dizer
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Um comentário:
Dona Menina, sabe do que mais...
VIVEREMOS ETERNAMENTE, ENQUANTO FOR POSSÍVEL.
Tá lindo o blog. Mudanças... tô precisando, mas nem sei como! =D
http://descritosadedo.blogspot.com.br/
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