terça-feira, 2 de outubro de 2012

Essenciar


Tenho uma liberdade dentro de mim que...
Plena e sufocante, calma e devastadora,
Certa!
Uma liberdade que me permite perder os freios,
Fechar os olhos e desaprender o sentir, o amor
Pequeno, resumido, de um só...
Quero tudo, todos e lamber os dedos no final.
É liberdade, acreditem.
Mas no caso de não entenderem e não aceitarem
Chamo de poesia e ponto.
Para justificar os beijos soltos, a cintura rodeada de desejos
E os braços abertos, a chamo de poesia.
Para me enganar.
Me prender.
E fingir que(m) sou.
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3 comentários:

Janine Oliveira disse...

Ah, estar livre, se prender e sentir liberdade novamente... Sufocar e logo em seguida respirar profundo a imensidão de tudo que nos cerca!

Anônimo disse...

Isso me lembra Fernando Pessoa quando diz que "O poeta é um fingidor, finge tão completamente que chega fingir que é dor, a dor que deveras sente".

Menina, estou com saudades de sermos livres juntos! Te espero, na esquina da rua encantada, na mesma hora de sempre... te gosto, para todo o sempre!

Karol Vieira disse...

A gente anda se esperando tanto, hein, Seu Menino...
Mas só penso que, quando nos encontrarmos, vai ser a hora certinha.

Bons dias pra gente! ;*